Estou aqui, nessa madrugada ás 02:27 da manhã, com o quarto
trancado, sentado a frente de meu computador, apenas de sunga, e mais uma vez
dizendo umas coisas onde o barulho do meu teclar no teclado são a minha voz.
Poxa! Se você soubesse o tanto e o tamanho do que se a passa
em mim, se referindo a você é grande, não encerraria essa história assim. Quem
me dera eu saber seus motivos, o que se passa nessa sua cabeça conturbada.
Posso estar errado em muita coisa de você, mas eu queria voltar a ser a pessoa
que você conheceu, e queria ver mais uma vez aquela garota que me apaixonei.
Também, não é por isso, te aceito do jeito que for, sempre te aceitei assim,
mesmo com brigas, e implicâncias, que sempre se resolvia com uma mordia nos lábios.
Sei de você, você se fecha e pra não se mostrar fraca, sorri
com a situação na frente de todos, mas quando chega a noite, chora, desaba,
solta todas as feras que estão trancadas em sua mente e coração, mas no outro
dia, sorri, como se nada estivesse acontecido, porque pensa que ninguém precisa
saber. Realmente! Ninguém precisa ver que você está sofrendo, não mostre isso,
não demonstre. Pessoas não criaturas más e traiçoeiras. Pelo menos isso você
sabe se defender. Fico aliviado! Só que esconder que você não tem sentimentos
de raiva, tristeza, ou solidão, te mata, te destrói por dentro. Não venha com
essa que não é assim, porque é! Eu também estou no mesmo barco e posso falar,
eu e varias outras experiências.
O que eu faço pra te esquecer, pra curar esse vácuo que só,
apenas você pode preencher? Sendo que você quer e não quer me esquecer ao mesmo
tempo. Não importa se eu tô no meio de uma bagunça dos meus melhores amigos,
bebendo, se entrosando, eu ainda vou me sentir sozinho, não importa quantas
garotas eu “fico”, quantos animes, filmes e seriados eu assista, quantos livros
eu leia, quantos desenhos eu rabisco, você sempre vai tá em alguma coisa que eu
faço. Você me bagunça! Porém, foda-se! Nunca foi organizado.
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