Sou aparentemente forte. Estou sorrindo quase
sempre. Você vai olhar para meu rosto e verá uma aparente e verdadeira
felicidade. O que você não sabe é que eu sei fingir muito bem. Aprendi a
ocultar os mais nefastos e doloridos sentimentos atrás de minhas arcadas dentárias.
Me mantenho firme o dia todo, mas de noite, eu desabo. Quase ninguém sabe o
que se passa aqui dentro, afinal, ninguém se importa. Aparento solidez, força e
independência, mas coisas tão bobas me machucam, sinto saudade de coisas tão
bobas e me importo com coisas tão ridículas. As vezes, o que eu mais quero é
ser abraçado, só um abraço. Alguém que esteja do meu lado, que converse comigo,
alguém que realmente se importe, alguém. Sinto-me sozinho com frequência, e o
pior, até quando estou rodeado de pessoas. É como se meu corpo estivesse lá,
mas minha mente estivesse vagando, flutuando por ai, em outros lugares. Não sou
frio, longe disso, meu coração é uma máquina desenfreada de produzir
sentimentos. A vida me ensinou que demonstrar sentimentos é algo completamente
inútil, as pessoas te julgam, te ridicularizam, tiram sarro da sua cara, mas
não te ajudam. Me manter em silêncio é a alternativa mais dolorida, porém, a
melhor. As vezes, sinto vontade de gritar o mais alto que posso tudo aquilo que
venho acumulando.
Eu acabo afastando as pessoas de mim. Tratar com frieza, não querer me apegar, desistir fácil demais das pessoas acabaram se tornando estratégias do meu coração na tentativa de não mais se machucar. E como disse, consequência disso, é essa solidão, que aflinge minha alma, que maltrata. Mas eu escolhi que seria melhor assim. Escrevendo isso, dou a entender que eu seja infeliz, mas não sou. Eu não mudei, apenas, fiquei mais machucado. Aprendi a ser feliz na circunstância em que eu me encontrava. E mesmo que as decepções tenham diminuído, a dor parece ter encontrado outras alternativas de me atormentar. Eu queria que o amor da minha vida estivesse aqui, mas ela foi embora. Meus grandes amigos, restaram alguns, conto nos dedos, e na maioria das vezes, eles não podem estar aqui. As vezes me perguntam: como você está. Sorrio e digo que está tudo bem. Queria tanto que as pessoas percebessem que eu estou mentindo.
Eu acabo afastando as pessoas de mim. Tratar com frieza, não querer me apegar, desistir fácil demais das pessoas acabaram se tornando estratégias do meu coração na tentativa de não mais se machucar. E como disse, consequência disso, é essa solidão, que aflinge minha alma, que maltrata. Mas eu escolhi que seria melhor assim. Escrevendo isso, dou a entender que eu seja infeliz, mas não sou. Eu não mudei, apenas, fiquei mais machucado. Aprendi a ser feliz na circunstância em que eu me encontrava. E mesmo que as decepções tenham diminuído, a dor parece ter encontrado outras alternativas de me atormentar. Eu queria que o amor da minha vida estivesse aqui, mas ela foi embora. Meus grandes amigos, restaram alguns, conto nos dedos, e na maioria das vezes, eles não podem estar aqui. As vezes me perguntam: como você está. Sorrio e digo que está tudo bem. Queria tanto que as pessoas percebessem que eu estou mentindo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário